A Economia de um país tem seus ciclos naturais de expansão e contração. Esses ciclos são provocados por condições internas e externas do mercado e outras variáveis macroeconômicas. Os governos têm seus instrumentos para influenciar nesses ciclos, sendo o mais importante a taxa de juros. Quando a economia demonstra aquecimento, com reflexos na inflação, o governo, representado pelo Banco Central, sobe a taxa de juros, tornando o custo do dinheiro mais alto e esfriando a atividade econômica. O contrário também é verdade: quando a economia cresce pouco ou até decresce, a queda da taxa de juros serve como estímulo para facilitar o crédito, ba…
Continuar Lendo »A Crise Pode se Agravar
No artigo " Não Haverá Recuperação sem Estímulos ", escrevi que não sairíamos dessa crise sem alguma forma de incentivo e facilitação para desatravancar a paralisia no consumo e nas vendas de uma forma geral. No citado artigo, sugeri que esses estímulos poderiam vir da liberação do FGTS, do PIS e até do FAT. No caso do FGTS, a ideia era que o trabalhador poderia ter acesso ao seu saldo, mesmo aquele das contas ativas. O Governo Temer havia liberado o saque para as contas inativas. Notícia recente divulgada no Portal G1, informa que o governo estuda liberar o FGTS e o PIS, visando estimular a economia. A liberação seria de c…
Continuar Lendo »Não Haverá Recuperação sem Estímulos
O IBGE divulgou os números do desemprego até março/2019. A taxa de desocupação da força de trabalho no Brasil é de 12,7%. São 13,4 milhões de desempregados, 1,2 milhão a mais, na comparação com o último trimestre de 2018. Isso mostra que a economia brasileira vem apresentando uma recuperação muito moderada. Mesmo com a taxa básica de juros SELIC nas suas mínimas históricas, não tem sido suficiente para promover o crescimento da economia. E por que isso ocorre? Muito fatores influem nesse cenário, mas talvez o principal é aquilo que a ortodoxia econômica não permite e não admite mencionar: faltam estímulos. Desde a reeleição da Di…
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